Lubrificação
do motor do carro
parte 2
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Desgaste
do motor
Um fluxo
insuficiente de lubrificante dará origem a um desgaste rápido,
ou gripagem, das peças móveis do motor, devido ao atrito entre
os metais. Também provocará um funcionamento deficiente do
motor ao destruir as superfícies dos segmentos ou anéis dos
pistões, permitindo a passagem de gases muito quentes.
Óleo
Existem três tipos de óleo: mineral, sintético e vegetal.
Os fabricantes de motores recomendam atualmente apenas os óleos minerais
e sintéticos. O óleo de rícino utilizado principalmente
em automóveis de corrida, foi suplantado pelos óleos sintéticos.
O
óleo mineral refinado apresenta as desvantagens de solidificar a
35ºC, torna-se demasiado espesso a baixa temperaturas, ter a consistência
de petróleo à temperatura dos cilindros e incendeia a temperaturas
superiores a 230ºC. A utilização deste tipo de óleo
levaria o motor a acumular rapidamente resíduos de carvão.
Para evitar este inconveniente e aumentar o rendimento do motor, são
dissolvidos, no óleo, aditivos químicos.
Viscosidade
Para evitar o contato entre as peças móveis de um motor e
deter a passagem dos gases quentes a alta pressão, o óleo
deverá ter uma viscosidade correta, ou seja, ser fluído e
espesso. Se for demasiado espesso, evitará a passagem de gases, mas
não permitirá um perfeito deslizamento das peças móveis;
tornará também a partida difícil, já que exige
um maior esforço para fazer funcionar o motor frio.
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