parte 4
Para evitar qualquer empobrecimento indevido da mistura durante esta fase de transição, é usual existirem um ou mais orifícios de progressão que são alimentados pelo canal do circuito de ralenti.
Para fornecer o combustível adicional necessário na aceleração e nas aberturas súbitas da borboleta existe uma bomba de aceleração mecânica. Esta consiste num poço (ou câmara), cheio de combustível e num pistão acionado por uma mola ou um diafragma ligado à borboleta. Quando esta se abre, o combustível é descarregado no difusor por ação do pistão e através de um injetor integrado no circuito da bomba. Em alguns carburadores, o curso da bomba pode ser regulado de modo a fornecer mais ou menos combustível. Os motores atuais e as condições da sua utilização originaram o aparecimento de uma grande variedade de carburadores de difusor e jato fixos, com uma complexa disposição de condutores de combustível, pulverizadores e orifícios de descarga. A grande vantagem destes carburadores reside na ausência de partes móveis . Difusor
de jatos variáveis
O carburador difusor e jato variáveis inclui, tal como o carburador
de difusor e jatos fixos, uma alimentação de combustível
a nível constante, uma válvula de borboleta e um difusor, ou
cone de Venturi. A diferença principal entre estes dois tipos de carburador
reside no fato de, no primeiro, o estreitamento do difusor poder variar de
modo a manter uma depressão quase constante na zona de pulverização.
O estreitamento do difusor é regulado pôr um pistão cuja
posição depende do grau de abertura da borboleta do acelerador.
Se a borboleta estiver quase fechada, o que sucede quando o motor funciona
em marcha lenta, diminui o fluxo de ar através do difusor.
Carburador
de corpo duplo
O carburador de corpo
duplo apresenta duas passagens principais de ar, cada uma com o seu difusor
e pulverizador de gasolina, mas com cuba de nível constante comum.
As suas borboletas estão normalmente montadas no mesmo eixo e funcionam
simultaneamente.