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Saiba como golpistas da WEB levam internautas a sites falso

parte 2


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Insegurança
O DNS foi inventado em 1983, uma época bem diferente para a internet. Sistemas mais recentes usam um protocolo chamado TCP (Transmission Control Protocol), no qual a situação descrita acima ficaria mais complicada. Usando novamente a comparação com os correios, seria o equivalente a enviar uma carta registrada. Porém, o DNS usa o User Datagram Protocol (UDP), o equivalente a uma “carta simples”, sem verificação de entrega ou do remetente.

Para evitar que o DNS aceite uma resposta falsa, cada tradução é marcada com um código de conexão, identificado como “Código X” no infográfico. São 65535 possibilidades, no mínimo. Podem ser ainda mais possibilidades se a configuração de “porta aleatória”, como é chamada, estiver ativa, porém nem todos utilizam essa configuração. Houve um grande alarde no ano passado por causa de uma nova maneira de explorar o DNS que dá os criminosos quase que infinitas tentativas, o que significa que as 65535 possibilidades não eram mais suficientes para proteger a conexão.

O criminoso precisa conseguir adivinhar qual será o código identificador para plantar sua resposta falsa. Normalmente não é fácil descobrir com exatidão. Isso significa que é preciso enviar várias respostas forjadas, cada uma com um código diferente (X, Y, Z, no infográfico), esperando que um seja o certo, e que ele chegue antes ao DNS que o legítimo. Feito isso, a resposta falsa estará plantada e os internautas serão redirecionados.

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