A compra de um imóvel é compleza e quase sempre os compradores tem alguma das dúvida abaixo.
Comprar um imóvel financiado é um processo que pode comprometer boa parte da renda de uma família por até 30 anos. Por isso é importante estudar detalhadamente o assunto antes de fechar a compra.
Olhar os aspectos legais da compra de um imóvel é muito importante. Se a pessoa não tiver conhecimento, deve procurar um advogado advogado ou amigo que tenha feito um contrato corretamente. Como esse talvez seja o único contrato de financiamento imobiliário que a pessoa vai assinar na vida, é fundamental ler o contrato e entender todas as cláusulas. Um erro pode custar muito caro ou até resultar na perda do imóvel.
Quais são as limitações para compra do imóvel do SFH?
O imóvel que for financiado pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH) deve ter valor de avaliação máximo de R$ 500 mil e o valor financiado não pode exceder R$ 450 mil.
Os recursos do FGTS só podem ser utilizados para a compra de imóveis de até R$ 500 mil e que sejam residenciais urbanos. Para usá-lo na aquisição, a pessoa precisa comprovar que trabalhou por pelo menos três anos (seguidos ou alternados) sob o regime do FGTS.
O pretendente a comprador também não pode ser proprietário de imóvel residencial (construído ou em construção) no município onde exerce sua profissão (ou nos vizinhos/região metropolitana) ou no seu atual município de residência.
O imóvel petendido por parte de uma pessoa que quer utilizar o seu fundo de garantia também não pode ter sido objeto de utilização do FGTS em aquisição anterior ou liberação da última parcela de construção há menos de três anos.
Outra exigência é que o imóvel deve estar devidamente registrado no cartório de imóveis de sua região.
A chamada Tabela Price nada mais é que o sistema de financiamento por prestações fixas. Já no Sistema de Amortização Constante (SAC), o valor que é abatido do total financiado é constante e, como os juros são maiores no começo do financiamento, as parcelas decrescem.
Apesar de contar com a correção pela remuneração básica da poupança em seus contratos, o SAC é preferível pois, além do custo das parcelas diminuir para o consumidor ao longo do financiamento, o valor total pago é menor do que na Tabela Price.
A diferença ocorre porque, no financiamento por prestações fixas, não há correção pela TR. A Tabela Price também vem gradativamente caindo em desuso.
Nos financiamentos bancários não há parcelas intermediárias no financiamento imobiliário. Apenas em caso de financiamentos diretamente com a construtora, é normal que existam pagamentos intermediários ou na entrega das chaves.